Confira o FAQ da ginecologista especialista em Reprodução Humana Larissa Daun:

A recomendação é iniciar as consultas ginecológicas entre 13 e 15 anos, ou após o início da vida sexual, para acompanhamento da saúde reprodutiva e prevenção de doenças.

Os sintomas mais comuns incluem dor pélvica intensa, cólicas menstruais severas, dor durante as relações sexuais e dificuldade para engravidar.

Sim, dependendo do tamanho e localização, miomas podem aumentar o risco de complicações durante a gravidez, como parto prematuro ou dificuldades na implantação do embrião.

Sim, a SOP pode interferir na ovulação regular, dificultando a concepção. No entanto, tratamentos hormonais e mudanças no estilo de vida podem ajudar a restaurar a fertilidade.

Recomenda-se realizar um check-up ginecológico anualmente, ou conforme orientação do médico, para manter a saúde em dia e detectar precocemente possíveis alterações.

A histeroscopia geralmente causa apenas um leve desconforto. Em alguns casos, pode ser realizada sob sedação para garantir maior conforto à paciente.

O DIU pode ser usado por mulheres que desejam um método contraceptivo de longa duração e reversível. Ele é contraindicado para mulheres com infecções pélvicas ou anomalias uterinas.

O Implanon oferece proteção contraceptiva por até 3 anos. Após esse período, deve ser removido ou substituído por um novo.

Embora o Papanicolau não seja específico para ISTs, ele pode detectar sinais de infecções como HPV e outras alterações celulares que indicam a necessidade de exames mais detalhados.

A taxa de sucesso da FIV varia entre 30% e 50% por ciclo, dependendo da idade da mulher e outros fatores de saúde.

Na inseminação artificial, o sêmen é inserido diretamente no útero, enquanto na FIV, a fertilização ocorre em laboratório e o embrião é transferido para o útero.

Mulheres que desejam postergar a maternidade, possuem histórico familiar de menopausa precoce ou condições médicas que podem afetar a fertilidade futura devem considerar o congelamento de óvulos.

O coito programado é mais eficaz em casos de infertilidade leve ou em casais que têm dificuldades para identificar o período fértil. Em casos mais complexos, outros tratamentos podem ser necessários.

Casais devem procurar um especialista após um ano de tentativas regulares sem sucesso, ou após seis meses se a mulher tiver mais de 35 anos.